sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Escravos de Jó

Fizemos algumas brincadeiras musicadas em nossas aulas com as turmas de 3ªs séries. Uma que foi um desafio e acabou por algumas turmas de outros níveis desejarem fazer foi, o escravos de Jó.

Propomos a brincadeira com a turma toda, todos experimentaram a música para cantarem no mesmo ritmo. Foi eleito o círculo central como área para a brincadeira se desenvolver e ao invés de objetos, faríamos com os corpos saltando ao ritmo da música.

Complicado acertar o tempo da música porque muitos pulam antes ou depois. De qualquer forma foi muito divertido. Quando todos estavam já acertando, aumentamos o nível de dificuldade criando dois círculos concentricos. Quem estava no círculo interno girava para um lado e o do externo para outro.

Fazendo variações com objetos, começamos com grupo pequeno para que os alunos criem o desafio de fazer com a turma toda. Alguns registros desta prática de aula foram feitos e podem ser analisados em nosso canal do youtube.

Handebol nas 5ªs séries

Trabalhando com o eixo temático esportes, foi escolhido o handebol. A princípio foi feita uma roda de conversa para se avaliar os conhecimentos prévios dos alunos.
O que conheciam de handebol? Regras básicas? Fundamentos para que o jogo se devolva? Equipes conhecidas?
Foi consensual que handebol é parecido com o futebol só que se joga com as mãos.
Ocorreu uma experimentação do que eles imaginavam que fosse o jogo.
Passamos a avaliar os requisitos básicos para que o jogo flua. Conversamos sobre a importância dos fundamentos e quais são eles. Na prática foi contemplado: empunhadura, passe, arremessos, recepção, ritmo trifásico, funções e posicionamentos dos jogadores.
Inicialmente aquele jogo muito embolado, passou a ser estratégico. Alguns apresentaram maior fluência com o pouco que foi orientado. Fizemos um registro de alguns momentos dos jogos nesta fase.
Para ampliação, foi preparado um vídeo com jogos das grandes equipes e aproveitado o momentos dos jogos Pan-Americanos de Guadalajara, com transmissão na tv aberta para que os alunos acompanhassem a mecânica do jogo de alto nível.
Como este público ainda se encontra na 5ª série e foi o primeiro contato com o esporte, não buscamos a especialização e as análises feitas pelos mesmos durante as partidas assistidas, já deram retorno do que foi absorvido por eles e foi utilizado como instrumento de avaliação.


sábado, 18 de junho de 2011

Muita criatividade nos momentos de lazer


Os alunos das 5ªs séries mais uma vez surpreenderam sua professora com uma atividade inusitada. Enquanto aguardavam o início da aula e estavam sentados no meio da quadra (fato inédito que já chamou a atenção), estavam desenvolvendo uma atividade diferente do habitual chutar latinhas ou qualquer outro objeto perdido pelo espaço, pendurar na grade ou na trave e até mesmo as famosas "lutinhas".
Era uma disputa de futebol de pedrinhas. Mas pedras servem para brincar?
De acordo com as discussões que estamos fazendo atualmente em nossas aulas, sim. Qualquer objeto pode se transformar temporariamente em um brinquedo.
Muito interessante o sistema de pontuação, o dinamismo da partida, as regras criadas e o próximo que ora é torcedor, ora participante.
Estamos contemplando as orientações curriculares; muito boa a criatividade dos alunos! Professora ficou feliz.

domingo, 12 de junho de 2011

Brincadeiras com cordas nas aulas de educação física


Dando continuidade as atividades com jogos e brincadeiras nas aulas de educação física no Teodomiro, para os alunos das 3ªs e 5ªs séries, fizemos uma avaliação das diferenças entre esportes e brincadeiras.

Nesta avaliação abordamos assuntos como as diferenças básicas entre ambos, classificamos brinquedos e discutimos as possibilidades de criação de brinquedos improvisados de acordo com a situação.

Paralelamente, foi publicado no blog principal da escola um artigo em homenagem ao “dia internacional do brincar (28 de maio)”, onde os alunos tiveram oportunidade de ler e postar comentários a respeito, nas aulas de informática.

Após as atividades de brincadeiras sem brinquedos onde a eleita para experimentações foi o pega-pega (apesar de terem feito esconde-esconde e termos discutido as possibilidades de uma caça ao tesouro, descartada devido ao barulho que iria provocar na escola e transito dos alunos nos vários espaços a procura de pistas), passamos as possibilidades com cordas.Foi proposto que os alunos desenvolvessem o maior número possível de atividades tanto com cordas individuais, quanto com cordas coletivas. Cada turma teve que discutir entre si e criar uma lista única.

Alguns alunos optaram por fazer a relação individualmente, de forma que algumas turmas relacionaram 35 maneiras diferentes de se brincar com cordas conforme esse slide. Trabalhos valiosíssimos para 3ª série.

Muitas brincadeiras surgiram com nomes diferentes, ou pequenas variações e foram vivenciadas em nossas aulas. Um fato muito interessante que surgiu, foi que um aluno da 3ªD pegou a brincadeira do “vampiro vampirão” que é um pega-pega e adaptou para a corda individual, no momento da aula e os colegas vibraram.

Os registros dessa etapa do projeto pode ser acompanhado em nosso canal do youtube.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia do Desafio com 3ª série
















A proposta foi levar o maior número possível de pessoas, a prática de algum tipo de atividade fisica. Esse é o dia do desafio, onde as pessoas fazem qualquer atividade por 15 minutos, saindo do sedentarismo.

Nossos alunos das 3ªs séries convidaram suas professoras, que aceitaram prontamente fazer aula de educação física com eles. Foi uma boa experiência para todos!

Parabéns professoras Olga e Márcia pela esportividade durante a brincadeira. A felicidade dos momentos podem ser contempladas e foram eternizadas neste vídeo

Brincadeiras com as 3ªs séries


Dando continuidade as discussões feitas com o grupo de estudos em SME/DOT, com o professor Mário Luis no mês de maio, juntamente com outros professores de área da rede municipal, trabalhamos de acordo com as orientações curriculares. nas aulas de educação física com as 3ªs séries na EMEF Teodomiro, DRECS .

Assim em um primeiro momento fizemos um mapeamento das atividades desenvolvidas pelos alunos em seu tempo livre. Essas atividades ocorrem em que espaço? com quem? dependem de materiais ou objetos específicos? como se apropriaram dessas atividades?


A seguir fizemos rodas de conversar onde pudemos discutir, as características do brincar uma vez que esse foi o dado trazido pelos alunos, como atividades que fazem extra aula. Brincadeiras diversas: na rua, em casa, com e sem amigos.

O brinquedo foi reconhecido como um artefato para brincar e pode ser adaptado ou construído de acordo com a situação. O tema é muito extenso até para discussão porque segue para outros rumos e facilmente perdemos o foco.

Resolvemos trazer e experimentar, as brincadeiras sem brinquedos. Todos deram opiniões, sugestões e passamos a vivenciá-las.

Fragmentos dessas atividades podem ser vistos neste vídeo e a tabulação de dados foi convertida para planilha em Google docs.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Pac Man - Pega pega

Uma outra alternativa de atividade para trabalhar vários componentes nas aulas de educação física, de forma divertida com os alunos das 3ªs séries, foi o Pac Man, uma brincadeira de pega-pega com algumas adaptações. Nesta brincadeira escolhemos um pegador; todos deverão fugir porém o percurso será sobre as linhas demarcatórias da quadra (handebol, futsal, voleibol e basquete), como se fossem pontes interligadas. Durante a atividade, o aluno capturado deve sentar-se e assim permanecer. Os fugitivos, bem como o pegador não poderão mais passar por esse caminho. Digo que devemos simular que o percurso foi interrompido porque a ponte quebrou, assim tendo que pegar um desvio. Trabalha-se muita atenção com essa brincadeira, além de agilidade, interação etc. Alguns registros foram feitos e podem ser apreciados em nosso canal do youtube.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Guerra de peões nas 5ªs séries


A maioria dos alunos das 5ªs séries, começaram a aprender jogar xadrez na 3ª série nas aulas de educação física e depois perderam o contato com o esporte. Resultado: esqueceram como se joga.


Aproveitamos o momento do Fórum de xadrez e trabalhamos com a "guerra de peões" para que os alunos se recordem do movimento dessa peça. A dificuldade está em que ela se movimenta de uma forma e captura de outra. Outra dificuldade que notamos é que ficam tímidos na movimentação, jogando apenas com um peão, então o confronto "todos contra todos" é muito positivo neste momento.


Seguindo a sugestão do professor Rui Augusti, vamos experimentar o método de introduzir as demais peças aos poucos, promovendo confrontos entre peões e bispos, peões e torres e assim sucessivamente.


Com a ajuda dos monitores Luana Layla e Vitor Moura, conseguimos orientar os grupos de alunos, em apenas duas aulas e introduzir o bispo em uma das turmas.


Alguns alunos ainda estão um tanto perdidos, porque existe uma dificuldade natural de olhar o jogo de forma ampla, antecipar o pensamento do adversário, entre outros fatores. Iremos paulatinamente desenvolver a movimentação de peças de forma que em breve os alunos estarão jogando e multiplicando o jogo de xadrez em suas casas, levando consequentemente para suas vidas.

Vamos divulgando neste espaço a evolução deles.




Iniciação a Ginástica Artística nas 3ª séries


Dando continuidade as nossas atividades trabalhando com o corpo, explorando-o, chegou a vez da ginástica artística.

Como nossas turmas estão fazendo educação física pela primeira vez, temos que ir em doses homeopáticas com os exercícios. Muitos alunos apresentam muitas dificuldades generalizadas, inclusive de compreensão.

Os jogos e brincadeiras auxiliam, mas proporcionamos outras atividades diferenciadas para dar oportunidade para que todos descubram suas potencialidades.

Após muitas sessões de alongamento podemos requerer um pouco da flexibilidade adquirida. A dificuldade agora se dá em concentrar-se na musculatura correta durante o exercício. Em nosso caso, os braços.

O objetivo das aulas seria que o aluno executasse o exercício conhecido como "três apoios", não colocando o peso do corpo na cabeça e sim nos braços. Essa fala é repetida a todo momento.

O exercício "vela" já foi feito na aula anterior para perceber a contração de glúteos e abdomem, posição de pernas e pé na finalização.

Fizemos alguns registros em imagens com parte das etapas e o objetivo final da mesma. Os alunos são orientados a continuar praticando na medida do possível, pois os conteúdos se alternam a cada semana dada a diversidade de nossa área.

Deveremos fazer uma pausa para conversar sobre alimentação, pois percebemos que os alunos estão consumindo muitos doces, refrigerantes e salgadinhos nos intervalos.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

I Fórum de Xadrez da DRE Pirituba


Aconteceu neste último sábado dia 02 de abril, o primeiro Fórum de xadrez movimento educativo, que reuniu educadores da rede municipal de ensino de São Paulo.


Inicialmente foram oferecidas 400 vagas para os interessados da região de Pirituba, Lapa, Perus, porém foi expandida para outras regiões; assim alguns professores de Capela do Socorro entre outros, tiveram a oportunidade de participar como foi o nosso caso (Juliana e Dora - Teodomiro, Eduardo - Parelheiros e Julie - Joaquim Bento).


Existia a opção de dez oficinas para todos os gostos, de arbitragem à curiosidades e até web xadrez. A maior procura realmente foi com relação ao desenvolvimento do xadrez em sala de aula e outros que dariam suporte prático principalmente para aqueles profissionais que desejavam iniciar o projeto em suas escolas.


O encontro apesar de ter sido o dia todo, das 8:00 as 18:00, foi muito prazeroso e produtivo. A troca de informações foi excelente, com relatos de experiências, debate onde todos puderam explanar suas angústias e dúvidas.

Logo na chegada fomos todos bem recebidos com um coffe break e um brinde surpresa que incluía materiais que utilizaríamos para anotações, pasta e um bonito boné. No mesmo local do café, existia uma exposição com registro em imagens dos projetos xadrez desenvolvidos nas escolas da DREPJ. Contamos também neste espaço com um show room de materias didáticos para o desenvolvimento do xadrez de livros a jogos.

No auditório, vários convidados representando SME Assessora Profª Margarete Tamburu, Égnon Viana e o dirigente da DRE, Prof. Waldecyr Navarrete. O campeão brasileiro de xadrez, Giovani Vescovi, esteve presente e contou sua trajetória no esporte.

Uma grande surpresa para nós da região do Grajaú, foi a apresentação do grupo Xemalami que trabalha a cultura Hip Hop focados no tema xadrez. Suas músicas associam o jogo de xadrez ao jogo da vida. Muito significativa a frase: "O peão nunca recua" representando a luta incessante do povo para seguir em frente lutando, a despeito dos revezes e dificuldades em seu caminho.


A palestra com o neurocirurgião e amante do xadrez Dr.Italo Denelle Venturelli falando sobre a importância do ensino do Xadrez nas Escolas, como um ótimo recurso pedagógico para melhoria da concentração, raciocínio e até mesmo para prática de certos valores em nossos alunos. Quando notamos que um médico iria palestrar já imaginamos algo enfadonho, cansativo, cheio de termos técnicos. Para nossa surpresa não foi assim; o palestrante foi uma simpatia, conseguiu manter a nossa atenção, desperta nosso interesse em querer ouvi-lo sem perder nenhum momento de sua fala; muito dinâmico e com olhar voltado para a educação realmente.


Parabenizamos toda equipe envolvida desde o projeto à efetivação deste fórum, que nos deixou com uma grandeza de conhecimentos imensurável. Os educadores participantes da oficina merecem todo nosso respeito e vamos aguardar os próximos eventos com muita ansiedade.


Um forte abraço a todo pessoal de Pirituba e região por sua acolhida ao nosso grupo.

sábado, 2 de abril de 2011

Atividades de aquecimento nas 3ªs séries

Quando debatemos entre os alunos, quais as atividades que poderiam fazer para "esquentar" seu corpo, fazendo seu coração bater mais rápido, seu sangue circular mais rápido, aumentar a respiração, transpiração e etc que notamos quando aquecemos, invariavelmente eles concordam que exercícios com corrida são os que aquecem.

Então sempre propomos alguns exercícios no lugar, em que poderemos trabalhar outros componentes. È meio tradicional, mas eles adoram porque os alunos maiores fazem isso e adoram imitá-los (inclusive os pequenos de 1ªs e 2ªs séries que não fazem educação física em nossa escola devido a grade, ficam reproduzindo nos intervalos).

Notamos que eles apresentam muitas dificuldades de coordenação motora dos grandes grupos musculares e exercícios como o famoso “polichinelo” torna-se impossível.

Costumamos fazer uma seqüência simples de movimentos e acompanhar a evolução do aluno. Esse registro em imagens irá funcionar como feedback para que os mesmos notem sua evolução do início do ano até o final, uma forma "do antes e depois".

Essa dificuldade coordenativa é comum e se transfere para outras atividades, daí a grande importância de enfatizarmos atividades variadas com brincadeiras e jogos, tanto do contexto dos alunos quanto novos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Brincadeira do "Rouba Bandeira"

Depois de muita conversa sobre a atenção com o corpo, postura, alongamento, aquecimento, contagem de batimentos cardíacos com e sem esforço, já estava na hora de brincar. Já havíamos desenvolvido jogos de coordenação e de tabuleiro em sala de aula, pois pegamos algumas semanas de chuva. Finalmente chegou a vez das 3ªs séries terem aulas na tão sonhada "quadra grande". Nossa escola é muito grande, com 53 salas em funcionamento então atuam quatro professores de educação física. O rodízio de quadras existe para nossa organização, pois são apenas duas e dois profissionais no mesmo período; assim uma professora fica uma semana na grande e outra na pequena e alternam-se. Iniciamos a aula com alongamento básico e depois passamos a brincadeira de pega-pega, duro ou mole e ajuda-ajuda. Depois foi contada toda a dinâmica do "rouba bandeira", seu objetivo e regras. Inicialmente todos correram para o campo adversário, batendo-se para pegar a bandeira e retornar. Nínguem capturou ou foi capturado; um desespero total. Após algumas observações, os alunos começaram a conversar entre si e se organizar, naturalmente. A medida que perdiam algum ponto, o diálogo entre eles se intensificava e novas estratégias eram traçadas. As equipes se dividiram em atacantes e defensores. Quando um colega era "pego" e não ficava congelado, virava em tumulto e todos discutiam e se achavam injustiçados, principalmente se o resultado fosse um ponto contra. Ao final da aula, o esperado ocorreu; os alunos não queriam ir embora e pediram que a atividade fosse repetida na aula seguinte, pois iriam combinar novos sistemas na sala. Interessante também, o envolvimento de alguns professores regentes na atividade e suas observações sobre o comportamento diferenciado dos alunos em quadra e em sala de aula. Muitos alunos assumem a liderança. Conflito maior é gerado quando existem muitas lideranças em uma mesma turma. Os alunos compreenderam que a equipe com maior espírito de união, em que todos se ajudam e respeitam as regras com certeza vence no final e essa vitória nem sempre é em pontos no placar. Assistam alguns momentos no vídeo.

terça-feira, 22 de março de 2011

Volei - Iniciação Esportiva


E hoje finalmente como o tempo ajudou cessando as chuvas, as 5ªs séries começaram a desenvolver a modalidade coletiva voleibol.

Já é uma prática regular, os meninos "querem" futebol, porém quando experimentam qualquer outra modalidade como foi o caso do volei, acabam descobrindo que é divertido e a dificuldade depois é tirar a bola das mãos deles.

É fatal acontecer de na defesa de bolas baixas, eles estenderem os pés e "petecar" a bola, mas é força do hábito pois a cultura do futebol em nossa região é muito forte. Estamos cercados por escolinhas de futebol.

Quando dizemos que o volei foi experimentado, é porque foi passada a orientação de apenas dois fundamentos: toque (bolas altas) e manchete (bolas baixas) , onde a única regra seria não deixar a bola cair no chão.

A princípio a atividade foi desenvolvida em grandes grupos e gradualmente reduzindo até chegarmos as duplas. A competição é latente, a vibração evidente.

Todos acabam participando, gostando e aprendendo brincando. Vamos aguardar o dia em que jogaremos com a rede; antes disso iremos assistir a alguns momentos de jogos de grandes equipes para obsevação da mecânica geral do jogo.

O garotos sem dúvida acabam jogando muito bem, tanto que nossa equipe masculina pré-mirim no ano de 2010, chegou até o municipal e nos orgulhamos disso. Dois de nossos alunos (Leonardo e Gustavo) agoram estão treinando no Centro Olímpico e tiveram que mudar de escola. Muita sorte para eles em sua jornada esportiva.

Veja esse vídeo de fragmento da aula.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Grandes eventos competitivos em nossa Região


Este final de semana foi de muitas atividades esportivas em nossa região, que contou inclusive com a participação de alguns professores da rede de Capela do Socorro.

Um deles foi a IV Travessia aquática Guarapiranga no domingo dia 20 de março a partir das 10:00, com provas de 500 e 1.500 metros.

Outro evento que teve início no sábado e terá duração de uma semana, foi o Mundialito de futebol de areia, na praia do sul, também na represa de Guarapiranga. As finais serão no próximo sábado 26.

A arena montada pela Koch Tavares para acomodar 3.500 pessoas, vai receber 10 clubes, não somente brasileiros ( Corinthians, Flamengo, Vasco da Gama) como internacionais (Milan, Boca Juniors, Barcelona e outros). O espetáculo é gratuito para toda população.

A Prefeitura de São Paulo apoia o evento através da Secretaria de Esportes e Lazer.

Não tem como não gostar do programa, com uma paisagem maravilhosa como está a "nossa praia" reformada.

A tabela dos jogos poderá ser consultada no link.

terça-feira, 15 de março de 2011

Consciência Corporal nas 3ªs séries

Nossas turmas de 3ªs séries iniciaram suas aulas de educação física apenas nesta fase porque nossa escola está organizada em quatro períodos, então a grade não comporta nas 1ª e 2ª; assim algumas dificuldades são comuns pois já perderam uma grande fase de suas vidas, onde descobrem tantos movimentos e desenvolvem tantos componentes importantes em sua formação global. O trabalho inicialmente é árduo e se constitui basicamente de muitas rodas de conversa, reflexões e descobertas. Os alunos vem costumeiramente cheios de energia, eufóricos com tanto espaço, tanta liberdade e a dificuldade para "escutar" é muito grande. Neste primeiro mês fizemos as organizações das turmas, recolhemos autorizações dos pais com as respostas aos questionários informativos sobre as condições de saúde das crianças e outros dados necessários na rotina das aulas. Nas rodas de conversa foi contextualizado o que o aluno traz previamente sobre o que é educação física, o que se pode fazer nas aulas na escola, as possibilidades fora da escola, a real importância da educação física e algumas regras básicas organizacionais e de convivência para manter a qualidade das aulas, bem como a integridade física dos alunos. Na parte prática, os alunos foram convidados a perceber seu corpo durante as aulas de alongamento, onde teriam que notar as mudanças momentâneas ocorridas. Os benefícios dos exercícios de alongamento são conversados informalmente enquanto a prática é desenvolvida. O conceito de flexibilidade é trabalhado e os alunos se apropriam das variações dos exercícios para uma mesma musculatura. Indagações são feitas durante todo o processo com o objetivo conduzir a construção do auto-conhecimento. Alguns registros em imagens foram feitos de fragmentos da prática, assim como um pequeno vídeo da dinâmica mais simples da aula.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Avaliação sobre alongamento 5ªs séries


Agora você irá refletir sobre os conteúdos abordados nas aulas de educação física e ciências. Como o conteúdo está bem fresquinho em sua memória, será bem tranquilo de responder. Faça sua avaliação com muita tranquilidade; leia atentamente e escreva a vontade. Se tiver dúvidas com relação ao português, faça uso do programa WORD para escrever e depois copie/ cole no formulário. Não se esqueça de ao final clicar na palavra enviar. Clique aqui para responder.



Imagens: google

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A importância da Educação Física para o EJA


Na EJA, é responsabilidade do professor ajudar cada estudante a perceber o próprio físico e a complexidade de seus movimentos.


Aulas de Educação Física para turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) são obrigatórias e importantes? A resposta para a pergunta é sim, embora muita gente ache desnecessário trabalhar as questões corporais quando a preocupação maior deveria ser aprender a ler, escrever e fazer contas.

A presença da disciplina na grade curricular é prevista desde 2001 na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e facultativa para estudantes que trabalham, têm filhos ou são maiores de 30 anos, e oferecida em algumas escolas fora do horário regular - fatores que contribuem para marginalizar o estudo das práticas corporais.

"O físico adulto não é imutável ou um amontoado de partes. Está em constante movimento e forma um sistema integrado com o ambiente e a cultura, tal como o infantil. Não há motivo para deixar de estudá-lo e explorá-lo na EJA também", afirma Marcos Neira, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Para planejar as aulas, inclusive as teóricas (que têm prioridade na EJA), é fundamental levar esses pontos em consideração. "Além de ajudar o aluno a se ver como sujeito histórico, é preciso dar meios para ele perceber a diferença entre esforço e movimento, por exemplo. São questões a ser discutidas antes das técnicas específicas, como ensaiar o drible no futebol", explica Lorita Maria Weschenfelder, professora do curso de Educação Física da Universidade de Passo Fundo (UPF).

Fica claro que a disciplina não pode se resumir à recreação ou a reflexões simplistas sobre a qualidade de vida. O professor tem de atuar de maneira intencional, fornecendo subsídios para que os estudantes ressignifiquem o que já conhecem sobre as práticas corporais e desenvolvam novos entendimentos sobre o corpo humano.

Quer saber mais, clique aqui e veja esse artigo de autoria de Bianca Bibiano, publicado na Educar para crescer.